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Antonio Genaro de Oliveira |
Vida
e Obra
Por Marli de Jesus e Priscila M. C. de Oliveira
Antonio
Genaro de Oliveira nasceu em Guaiambé, no dia treze
de junho de 1943. Filho de Margarida Genaro e de Antenor Oliveira, casou-se com
Rosemary Andrade Oliveira e teve dois filhos, Leandro e Rafael. Genaro pertence
à segunda geração de pastores quadrangulares. O Rev. Faulkner diz em sua
biografia: “No ano de 65 a igreja estava estabilizada, mas crescia
lentamente, falei com o Pr. Tavares, secretário executivo na época, e começamos
a orar para que Deus nos desse um plano e enviasse obreiros. Deste pacto de oração
Tavares teve a inspiração de concentrar o trabalho na abertura das capitais de
cada estado e vimos surgir ministérios como os de Mario de Oliveira, Antonio
Genaro, Luiz Carlos Pinto e outros obreiros que já trabalhavam no anonimato em
suas regiões” (página 110 do livro Memórias George R Faulkner).
Antonio Genaro foi vereador em
Belo Horizonte, é deputado estadual por Minas Gerais no quarto mandato. Foi
superintendente, supervisor, presidente do Conselho Estadual de Minas
Gerais e Vice-Presidente do CND.
Fundou a igreja nas cidades de: Santo Ângelo -
RS, Recife - PE, Jardim Industrial, em Contagem - MG e Vale
do Jatobá, em Belo Horizonte - MG.
Em
1969, chegava a Santo Ângelo o missionário Antônio de Oliveira, nomeado pelo
Conselho Nacional para reabrir a obra da Cruzada ali. Iniciando o seu ministério,
essa seria a primeira obra aberta por ele, seu batismo de fogo.Com o apoio do
Conselho Nacional e do pastor daquela pequena igreja existente ali, que contava
com uma freqüência de pouco mais de cinqüenta pessoas, Antônio apelou para
os membros restantes da Cruzada que, se quisessem ajudá-lo a ver a obra
restaurada, deviam ir para a praça pública com ele. E assim aconteceu, uma
semana depois ele pregava em praça pública para mais de três mil pessoas,
isso por três meses. O encerramento da campanha ao ar livre foi com uma
passeata até o tabernáculo, concentrando perto de seis mil pessoas no dia 10
de agosto de 1969.
O
missionário Antônio permaneceu dez meses em Santo Ângelo. Havia uma multidão,
muita gente nova, a tal ponto que foi necessária a colocação de dobradiças
nas paredes laterais do tabernáculo, que eram abertas, ficando a maior parte do
povo do lado de fora. O missionário deixou lá muita gente nova, as dívidas
pagas e dinheiro em caixa, quando passou a obra para o novo pastor. Hoje há uma
grande obra em Santo Ângelo.
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